Guy catches glasses with face
mais um vídeo.
e de quebra o jogo do peido
muito bom esse!!!
ela para e fica ali parada
ajeita a ponta do pára-raio
acende o toco do cigarro
e fica ali
da a volta na curva
aceita a moeda
se esquiva do atrito do vento
e sai
deita no para-peito
acende outro
queima a ponta do dedo
e volta
chega alterada
grita
espanca
e nada mais acontece
e é como se nada nunca acontecece.
dica:"saiu correndo e nem deu tchau"
músicas pra ouvir no último volume
Revival, como era de se imaginar...
a primeira comanda foi a minha.
a primeira dose de wiskey foi minha.
a primeira mijada foi da Joana, seguida por mais 38 mijadas durante a noite.
o primeiro a dançar chão chão chão foi o Artur, que me acompanho...
logo logo a Joana aprende. =)
a Cris e seus atributos...=) mas ááááá!!!!
perguntas e perguntas: "Ondé que tá a SU?...Onde q tá a Grazi?"
sim...
acredite que na última noite da Su em Caxias ela resolve ficar em casa...bobaiona!
o Arlindo Orlando fica na geladeira agora...pobrezinho.
Ana...e a outra poia: Nine que eu nem conhecia e já veio me falando: "quem é que tava doente e não ia vir...hein??"
Vi e confissões no banheiro...e tequilas..e fotos...e luvas roxas pra combinar com a meia...
a Daphne com PH...igual a minha cachorrinha...nem conhecia a guria e ela veio botar minha bola lá em cima...sempre bom ouvir elogios..heheh!
o Pes me tirando pra bêbada assanhada pra variar.
o Ratinho e suas conversas psicodélias-alucinógenas-licérgicas-trancedentais. "não é bem assim pra pensar"
o João e seu "nivi"...no topo da lista de todos os "nivis" da noite. e suas dancinhas..a Su ia ficar orgulhosa!
batatinha frita, que eu comprei no mercado livre...um caixa eletrônico de batatas fritas.
e de aipim frito tb, pq daonde mais ia aparecer dois aipins no meio do nada???
o pai, e o abraço e o orgulho!
e música.
e mais música.
e eu pulando...e gritando
.
ai ai..como eu amo.
sem mississifilis hj, pq não deu tempo de acordar... =/
Aqui do alto do cruzeiro
Onde o vento faz a curva pra voltar com mais coragem
Vejo o sol tocando a ponta do pára-raio da cruz
Elimino a ofensa do atrito
Atravanco o portão da ventania
Faço a caixa do mar ficar vazia
Boto um teto no vão do infinito
Para dar o pão pra os filhos
Que chegam magros da guerra
O mensageiro do sonho
Nesse terreno que treme
Da magra mão estendida
Da paixão que grita e geme
Das curvas do firmamento
Da claridade da lua
Solidão do mundo novo
A batucada da rua
O espetáculo não pode parar
Quando a dor se aproxima
Fazendo eu perder a calma
Passo uma esponja de rima
Nos ferimentos da alma
O espetáculo não pode parar
Há certas coisas no mundo
Que eu olho e fico surpreso
Uma nuvem carregada
Se sustentar com o peso
E dentro de um bolo dágua
Sair um corisco aceso
...o espetáculo não pode parar...
[à Su, à Sínthcsxa, à Gázzi, à Mona, à Celi e à mim mesma...]
o mais estranho de tudo foi ver o primo ganhando na sinuca.
um prejuizo de R$30,00 pra alguém que reclamou um pouco mais do que eu...
alguém largou uma garrafa de tequila na minha mão.
Peliiiigro!
mas eu soube o que fazer, tomei o que tinha que tomar pra ficar bem e larguei de mão.
não sem antes tomar um último gole que desceu rasgando.
o caminho pra casa não acabava mais e de todas as palavras que foram ditas eu só lembro de imaginar alguém atendendo um telefonema e ouvindo uma gargalhada do outro lado.
no meio da noite lembrei disso tb.
e no meio da noite eu fiquei admirando quem eu devia admirar.
e no meio da noite eu senti frio e levei um chute, dois...
a noite acabou com a barra do dia surgindo e eu não pude evitar de lembrar da minha 'sorte' no orkut:
deixe de lado suas preocupações e seja feliz.
é o que foi feito.
agora o insight de ontem passa a fazer sentido.
a hora é agora.
eu tenho mais um caderno com capa de anjos incompleto...
é lá que eu vou ficar por algum tempo.
quem precisar sabe onde me encontrar.